Videos “Natureza Comestível” – Atenção à nossa nova página

NOVO!

Episódio 22 – O chorão-do-mar – Codium tomentosum

Esta alga verde é muito fácil de identificar e muito comum na costa portuguesa. É uma das algas minhas preferidas que pela sua consistência e sabor intenso a mar! Veja a preparação de uma salada com cuscus, belíssimo acompanhamento ou prato principal na época do verão.

 

Episódio 23 – O medronheiro

O medronheiro é uma planta muito interessante pela sua beleza, curiosidades e, claro, pelos seus frutos, os medronhos. Veja como fazer uma deliciosa tarte numa versão sem glúten.

 

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Propagação por semente de árvores e arbustos autóctones

Consulte aqui uma excelente publicação do projeto Criar Bosques da Quercus que explica com algum detalhe sobre a construção de um viveiro, a propagação por semente e algumas espécies selecionadas https://criarbosques.files.wordpress.com/2016/05/da_semente_se_faz_a_arvore.pdf

 

Selecionar e conservar bolotas de sobreiro (mas também se aplica a outros Quercus)

 

Uma lista com várias espécies autóctones da nossa região com época de recolha de sementes e sementeiras

 

Apresentação de diapositivos de uma ação de formação realizada em 2011

 

Apresentação sobre “Granadas de sementes” da Quinta Pedagógica de Braga no Seminário Nacional das Eco-Escolas em 2014 https://ecoescolas.abae.pt/outros/seminario/2014/docs/workshops/2.%20Quinta%20Pedagogica%20Braga.pdf

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PLANTAÇÕES e SEMENTEIRAS espécies autóctones – Pêro Moniz

Balanço das PLANTAÇÕES E SEMENTEIRAS de espécies autóctones no SÍTIO DO VALE SALGUEIRO (Pêro Moniz – Cadaval)

    Foram 8 pessoas que se juntaram à Elena e ao Tiago, proprietários do Sítio do Vale Salgueiro, para esta ação que pretende reabilitar o ecossistema agrícola. Para quem quiser relembrar as vantagens das sebes com vegetação autóctone aceda à exposição on.line: A Nossa Floresta Autóctone http://www.mpica.info/mpi-lourambi-e-real-21-disponibilizam-exposicao-%e2%80%9ca-nossa-floresta-autoctone%e2%80%9d-on-line/ 
    Nessas 8 pessoas estamos a incluir a “jovem esperança” de apenas 3 anos, empenhado no trabalho com a sua pequena enxada! Como diz o povo, e bem: “Trabalho de menino é pouco, quem não o aproveita é louco“.
Zonas de intervenção
Foram 3 as zonas de intervenção nesta propriedade com cerca de 4 hectares:
– Ribeira caudal, para recuperação da galeria ripícola e adensamento do troco já existente, com a colocação de inúmeras estacas de salgueiro e a plantação de loureiros, sabugueiros, freixos e salgueiros.
– Área confinante com floresta de produção (eucalipto), onde o solo é mais pobre e algo de intervenções anteriores para melhorar a infiltração da água da chuva e retenção de nutrientes através da colocação de pequenas barreiras de terra e troncos de madeira, onde forma semeadas bolotas e plantados carvalhos-cerquinho, sobreiros e azinheiras.
    – Junto à serventia, caminho que serve de passagem e acesso a outras propriedades agrícolas onde se pratica agricultura química, foram plantadas espécies arbustivas (murta, pilriteiro, faia-da-terra, folhado e sanguinho)  ou de folhagem mais densa como o loureiro, junto à primeira e segunda pereiras, que serão posteriormente abatidas, para deste modo o pomar biológico proteger-se da aplicação dos pesticidas nas explorações vizinhas.
Proveniência e estatísticas das espécies
  Provenientes do mini-viveiro de Alexandra Azevedo, presidente da direção do MPI:  Borrazeiras-preta (Salix atrocinerea)9 Carvalhos-cerquinho ou Carvalho-português (Quercusbroteroi), 1 Freixo (Fraxinus angustifolia), 5 Pilriteiros ou Espinheiros-alvar (Crataegus monogyna), 9 Sanguinhos (Rhamnus alaternus) e 17 Sobreiros (Quercus suber). Total: 46 + cerca de 100 bolotas de Carvalhos-cerquinho ou Carvalho-português (Quercus broteroi)
Provenientes do viveiro do ISA – Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa: 20 exemplares de cada das seguintes espécies: 
Aroeira (Pistacia lentiscus), Azinheira (Quercus roduntifolia), Faia-da-terra ou samouco (Morella faya), Freixo (Fraxinus angustifolia), Loureiro (Laurus nobilis), Murta (Myrtus communis), Sabugueiro (Sambucus nigra). Total: 140
Proveniente da Quinta da Murta: 4 Folhados (Viburnum tinus)
, várias estacas de Salgueiro (Salix sp.)
Provenientes do Sítio do Vale Salgueiro: algumas ameixeiras bravas, 1 Sobreiro, 3 Sanguinhos e uns freixos

    Apenas ficaram por plantar cerca de 30 exemplares na sebe. A salientar o cuidado tido na plantação com a abertura dos covachos com a dimensão suficiente para acolher as plantas (torrão) que foi preenchido com terra de superfície (com mais matéria orgânica) e bem coberto com palha e ervas circundantes (empalhamento) para preservar ao máximo a humidade do solo e desse modo a sobrevivência das jovens plantas.
Todo o nosso trabalho foi abençoado pelas chuvas que caíram nesse mesmo dia à noite e durante a semana seguinte. Está prometido voltarmos no próximo ano para avaliarmos os resultados, substituir plantas que morreram e adensar as áreas intervencionadas, eventualmente com mais espécies da nossa flora nativa.

O Tiago e a Elena não esconderam a sua satisfação pela preciosa ajuda para esta ação que irá deixar a marca que desejavam desde o início. Foi sem dúvida um dia vivido em pleno com trabalho, partilha e convívio!
Outro objetivo é fazer ações semelhantes noutros terrenos agrícolas. 
E que a floresta renasça!
Aqui ficam algumas fotos.

Vista geral do grupo intervenção junto à ribeira

De pequenino é que se torce o pepino

Intervenção para bosquete de carvalhos e sobreiros

Empalhamento do covacho

Covacho com boa terra

Sebe junto à serventia

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